Em 2023 as festas movimentaram cerca de R$6 Bilhões em todo território nacional.
“As festas juninas geram oportunidades para o varejo, impulsionando as vendas de produtos e de ingredientes dos pratos típicos dessa época. Para aproveitar o momento, é importante se antecipar e entender como o consumidor se comportou no último ano para planejar as ações e garantir a presença dos produtos preferidos nas gôndolas”, afirmou Luiza Zacharias, diretora de novos negócios da Horus – empresa de inteligência de mercado que tem como objetivo apoiar comerciantes a melhorar suas estratégias de negócio, oferecendo uma visão 360º do mercado e do comportamento do consumidor.
Segundo levantamento feito em 2022, foi registrada uma alta de 4% no consumo de milho em conserva, e o mesmo aconteceu com a maçã, que é usada para fazer o doce “maçã do amor” apresentando um índice de ruptura médio de 32% no intervalo de maio a julho de 2022. A paçoca foi outro alimento que teve grande procura, atingindo uma média de 24% de indisponibilidade de estoque no mesmo período.
De acordo com dados divulgados pelo Ministério do Turismo, as festividades dos santos Antônio, João e Pedro mobilizaram aproximadamente 26,2 milhões de pessoas e arrecadou cerca de R$ 6 bilhões pelo país em 2023. Esse valor é 76% maior do que o registrado nas festividades do ano anterior, quando foram injetados R$ 3,4 bilhões na economia nacional.
No ano em questão, as cidades com os maiores faturamentos nas festas foram Caruaru, em Pernambuco, movimentando cerca de R$620 milhões e Campina Grande na Paraíba com aproximadamente R$500 milhões.
Além do impacto econômico, as festas juninas também contribuem para a preservação da cultura popular brasileira. As músicas, as danças, as comidas típicas e as decorações coloridas fazem parte de um rico patrimônio cultural que deve ser valorizado e transmitido às futuras gerações.