Essa semana, um dos nossos fundadores Eduardo Vils, está representando a Justa no South Summit. O evento global que acontece em Porto Alegre até sábado, é um ponto de encontro para investidores, companhia e startups.
Durante a viagem, Vils se deparou com um cenário que chamou muito a atenção e provocou a nossa reflexão: estabelecimentos que não aceitam cartões na cidade. Tal cenário mostra até uma verdadeira dicotomia tecnológica, afinal, ele estava saindo de um evento que simboliza o avanço da tecnologia em nosso país.
Enquanto avançamos rapidamente em direção a uma era cada vez mais digital e interconectada, é desconcertante perceber que alguns estabelecimentos comerciais ainda resistem à onda de mudanças tecnológicas. Em pleno 2024, a recusa em aceitar pagamentos com cartões parece uma relíquia de tempos passados, uma prática que não apenas desafia a conveniência moderna, mas também levanta questões sobre a adaptabilidade e a viabilidade desses negócios no cenário atual.
Conversando com alguns deles, exploramos os motivos pelos quais alguns estabelecimentos insistem em manter essa política aparentemente arcaica e as implicações que isso tem para os consumidores e para o próprio mercado.
- Falta de integração dos meios de pagamentos com a conta;
- Conciliação complexa e complicada;
- Custos das transações estavam pesando no caixa da empresa;
- Perda de Muito tempo conferindo e checando os recebíveis.
Além disso, também mapeamos que os estabelecimentos acabam evitando o pagamento no cartão de crédito para evitar cumprir com suas obrigações fiscais, o que gera um risco gigantesco.
No contexto atual, as fintechs desempenham um papel fundamental na transformação do cenário financeiro, oferecendo soluções inovadoras que ajudam a superar as barreiras impostas pela resistência dos estabelecimentos comerciais em relação aos pagamentos com cartões. Essas empresas emergentes estão redefinindo as normas ao introduzir sistemas de pagamento flexíveis e acessíveis, muitas vezes baseados em tecnologias como carteiras digitais e pagamentos por aproximação.
Ao disponibilizar essas alternativas, as fintechs capacitam não apenas os consumidores, mas também os próprios comerciantes, ao oferecer-lhes acesso a um amplo espectro de ferramentas de transação que são ágeis, seguras e econômicas. Além disso, as fintechs muitas vezes se destacam pela sua capacidade de se adaptar rapidamente às demandas do mercado, o que contrasta com a rigidez e a burocracia associadas a muitas instituições financeiras tradicionais. Assim, ao fornecer soluções inovadoras e eficientes, as fintechs desempenham um papel crucial na transição para um ambiente de pagamentos mais inclusivo e moderno, incentivando a adesão dos estabelecimentos comerciais aos métodos de pagamento eletrônico.
A Justa, é um ótimo exemplo de fintech que está levando gestão e simplicidade para que negócios de todo o Brasil possam aceitar todos os meios de pagamentos, oferecendo essa comodidade para os seus clientes e claro, não perdendo nenhuma vendaa.